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Vacinas e Infusões Medicamentosas com agendamento rápido.

Na Clínica Mulher, você encontra vacinas particulares e infusões medicamentosas realizadas por uma equipe especializada, em um ambiente seguro e confortável.
Por que vacinar na Clínica Mulher?
Equipe experiente
Atendimento rápido e humanizado
Estrutura com segurança hospitalar
Aplicação realizada por profissionais especializados
Ambiente preparado para conforto e sigilo
Estacionamento e fácil acesso
Vacinas disponíveis
Vacinas para Adultos, Jovens e Idosos
HPV
Verrugas genitais (condilomas) causados pelos HPV 6 e 11.; Infecções persistentes e lesões pré-cancerosas ou displásicas causadas pelos tipos de HPV 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58; Cânceres do colo do útero, da vulva, da vagina e do ânus causados pelos tipos de HPV 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58.

–> Protege contra
Verrugas genitais (condilomas) causados pelos HPV 6 e 11.; Infecções persistentes e lesões pré-cancerosas ou displásicas causadas pelos tipos de HPV 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58; Cânceres do colo do útero, da vulva, da vagina e do ânus causados pelos tipos de HPV 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58.

–> Para quem
Pessoas de 9 a 45 anos. Homens e mulheres em idades acima da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, de acordo com critério médico.

–> Esquema de doses
Entre 9 e 14 anos: 2 doses com intervalo de 6 meses. A partir de 15 anos: 3 doses, sendo a segunda um ou dois meses após a primeira e a terceira seis meses após a primeira. Pessoas portadoras do vírus HIV e imunodeprimidos: o esquema de 3 doses deve ser utilizado qualquer que seja a idade.

–> Eventos adversos
Os eventos mais comumente observados são dor, vermelhidão, inchaço, prurido, hematoma no local da injeção, cefaleia, febre, náusea, tontura e fadiga.

–> Contraindicações
Gestantes e pessoas que apresentaram hipersensibilidade grave (anafilaxia) após receber uma dose da HPV9 ou HPV4 ou a algum de seus componentes.

–> Perguntas frequentes

1) O que é HPV?
HPV é um vírus muito comum entre adolescentes e adultos. 80% das pessoas serão infectadas por ele durante suas vidas. A infecção pelo HPV pode causar verrugas e também é responsável por diversos tipos de câncer, como de colo de útero, vulva, vagina, pênis, ânus, boca e garganta. Existem mais de 100 tipos desse vírus, que é altamente contagioso. Dentre os de maior ocorrência, destacam-se os tipos 16 e 18, de alto risco para o câncer do colo do útero, e os tipos 6 e 11, que causam verrugas genitais.

2) Qual a relação do câncer do colo do útero com HPV?
O HPV está relacionado a 99,7% dos casos de câncer de útero. Para ter ideia da importância desse vírus, podemos dizer que a relação de causa entre o câncer de colo de útero e a presença do HPV é 50 vezes maior do que a relação entre o fumo e o câncer do pulmão. Os HPVs dos tipos 16 e 18, contidos na vacina, são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero.

3) Qual a relação do HPV com outros tipos de cânceres?
Considerando todos os tipos de HPV, eles relacionam-se com: 100% dos casos de câncer do colo do útero; 91% dos casos de câncer anal; 75% dos casos de câncer de vagina; 72% dos casos de câncer de orofaringe; 69% dos casos de câncer vulvar; 63% dos casos de câncer de pênis.

4) Mulheres e homens podem tomar a vacina?
Sim, tanto mulheres como homens podem e devem ser vacinados contra o HPV. O HPV não distingue gênero.

5) Pessoas de qualquer idade podem se vacinar?
A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomenda que a vacinação ocorra o mais precocemente possível, a partir de 9 anos de idade, quando a resposta à vacina é ainda melhor. Porém, pessoas mais velhas, mesmo aquelas que já tiveram infecção por HPV, também se beneficiam da vacinação: previne a infecção e reduz o risco de ressurgimento de lesões anteriores já tratadas. Reinfecções ou novas infecções ocorrem durante toda a vida de homens e mulheres.

6) Por que é melhor vacinar precocemente?
Quanto mais jovem, melhor é a resposta à vacina devido à maior quantidade de anticorpos produzida. Além disso, a infecção pelo HPV tende a acontecer precocemente, já no ano de iniciação sexual, mesmo que a pessoa tenha apenas um parceiro. Por essa razão, o ideal é que a vacinação seja feita bem antes de contato com o HPV, ou seja, na pré-adolescência/adolescência.

Meningo B

Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelo meningococo do tipo B.

Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelo meningococo do tipo B.

–> Protege contra
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) causadas pelo meningococo do tipo B.

–> Para quem
Rotina para crianças a partir de 2 meses e adolescentes. Para adultos e idosos a recomendação depende da situação epidemiológica.

–> Esquema de doses
Crianças: na rotina, 2 doses aos 3 e 5 meses de idade e um reforço a partir dos 12 meses de idade. Crianças que iniciam esquema entre 11 e 23 meses: duas doses, com intervalo mínimo de 2 meses e uma dose de reforço de 12 a 23 meses após o esquema primário. Crianças a partir de 2 anos, adolescentes e adultos: duas doses com intervalo mínimo de um mês.

–> Eventos adversos
Reações locais (dor, vermelhidão, inchaço e calor no local da aplicação) e febre, principalmente nas seis primeiras horas após a vacinação, que geralmente regride em 72 horas.

–> Contraindicações
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

–> Perguntas frequentes

1) O que é meningite?
Meningite indica processo inflamatório e/ou infeccioso das membranas que envolvem o cérebro, provocando alterações detectáveis no líquor, que é o líquido que banha o sistema nervoso. As meningites podem ser bacterianas, virais e granulomatosas (tuberculosas e fúngicas) ou mesmo fazer parte da evolução de algumas doenças autoimunes.

2) Qual a gravidade das meningites bacterianas?
As meningites bacterianas se constituem numa doença infectocontagiosa com maior incidência em crianças, principalmente nos recém-nascidos e menores de 2 anos. A doença pode acarretar perdas motoras, neurossensoriais e suas consequências (surdez, retardamento mental, paralisia motora, etc.), além de ter uma alta mortalidade. É um sério problema de saúde pública, principalmente nos países em desenvolvimento, com um alto ônus social. Por estes motivos é muito importante a prevenção através da vacinação.

3) Quais as principais bactérias causadoras destas meningites?
No Brasil são três os principais agentes causadores de meningite bacteriana: meningoco, pneumococo e Haemophilus influenzae do tipo b. Felizmente quase não são mais registrados casos de infecção pelo Haemophilus influenzae do tipo b em crianças, visto a vacinação em massa disponível para todos os menores de 5 anos nos postos de saúde há anos. A meningite meningocócica é a mais comum em nosso meio. Atinge principalmente as crianças menores de 2 anos de idade (faixa em que ocorre a maioria dos óbitos), mas pode atingir também adolescentes e adultos. Dentre as bactérias meningocócicas, existem diversos tipos (sorogrupos) e cinco deles são responsáveis pela maior parte das meningites meningocócicas no mundo – os sorogrupos A, B, C, W e Y. A segunda causa mais comum de meningite bacteriana é a infecção pneumocócica que, como a meningocócica, atinge principalmente os menores de 2 anos.

4) Como se contrai meningite meningocócica?
Assim como a meningite pneumocócica, a transmissão ocorre de pessoa para pessoa, através das gotículas de saliva eliminadas por indivíduos portadores das bactérias em nasofaringe. Nessas pessoas, as bactérias colonizam a mucosa nasofaríngea muitas vezes sem causar doença. Como a doença meningocócica tem incubação muito rápida e muito grave, não adianta vacinar depois de um contato íntimo com um paciente. A melhor maneira de evitar o contágio é estar previamente vacinado.

5) Como evitar meningites meningocócicas?
A melhor maneira de evitar é prevenir antes que um contato com a doença ocorra e hoje existem algumas vacinas disponíveis, mas com diferenças importantes entre elas. Contra a doença meningocócica, existem dois tipos de vacina: as vacinas conjugadas (C e ACWY) e a vacina meningocócica B. As vacinas conjugadas contra a meningite meningocócica têm elevada eficácia (inclusive em menores de um ano). A vacina meningocócica conjugada C foi incluída no calendário público de vacinação do Brasil em 2010, para crianças de 2 meses até antes de completar 5 anos de idade e, mais recentemente, a vacina ACWY para adolescentes de 11 e 12 anos. A vacina meningocócica conjugada ACWY e a vacina meningocócica B estão disponíveis na clínica para todas as pessoas a partir de 2 meses de idade. A importância destas vacinas reside no fato de que muitos países, inclusive o nosso, vêm observando aumento na proporção de casos de doença meningocócica pelos sorotipos B e W. Além disso, em muitos países o risco de infecção pelos tipos B, A, W e Y é maior que no Brasil, de modo que estas vacinas se tornam a melhor opção para viajantes.

6) Porque é melhor vacinar antes de 1 ano de idade?
Porque este é o período em que as meningites são mais frequentes, mais graves e apresentam maiores riscos de sequelas ou mesmo morte.

7) Vacinando contra meningite, estou livre dessa doença?
Não. Meningite pode ser causada por muitos outros agentes. Muitos vírus acometem o sistema nervoso e causam meningite, não existindo vacina contra eles. O mesmo ocorre com fungos, que apresentam predileção por pacientes imunodeprimidos. Outras bactérias também podem ser causa de meningite. Além disso, nenhuma vacina tem 100% de eficácia que depende da resposta individual de cada pessoa. Desse modo, é possível que ocorra doença mesmo em vacinados, obviamente num percentual muito pequeno.

Herpes Zoster (Shingrix)

O Herpes Zoster e suas complicações, especialmente a neuralgia pós-herpética (NPH).

O Herpes Zoster e suas complicações, especialmente a neuralgia pós-herpética (NPH).

–> Protege contra
O Herpes Zoster e suas complicações, especialmente a neuralgia pós-herpética (NPH).

–> Para quem
A vacina de Herpes Zoster Inativada é indicada como rotina para pessoas a partir de 50 anos de idade ou imunocomprometidas a partir de 18 anos.

–> Esquema de doses
Duas doses com intervalo de 2 meses entre elas.

–> Eventos adversos
Os eventos adversos mais comuns são os locais – dor, edema e vermelhidão –, geralmente de intensidade leve a moderada; e transitórios. Cansaço calafrios, febre e mialgia são eventos adversos sistêmicos também descritos que se resolvem com analgésicos comuns.

–> Contraindicações
Histórico de hipersensibilidade grave a componentes da fórmula ou a dose anterior da vacina.

–> Perguntas frequentes

1) O que é herpes zoster (HZ)?
Também conhecido como “cobreiro”, o herpes zoster provoca lesões em forma de bolha com fundo avermelhado. São dolorosas e surgem em regiões delimitadas da pele, mais comumente no tronco. Podem ser mais discretas ou bastante graves e extensas e atingir órgãos importantes como os olhos. A dor da lesão pode ser muito intensa, difícil de controlar, e pode permanecer por meses ou até anos depois que as lesões de pele desaparecem, comprometendo a qualidade de vida.

2) Como se pega herpes zoster?
O herpes zoster é decorrente da reativação do vírus da catapora (varicela), que permanece latente, durante anos, nos gânglios do sistema nervoso de pessoas infectadas – mesmo nas que não manifestaram a doença. Quando a imunidade cai por algum motivo, principalmente em decorrência do processo natural de envelhecimento do sistema imunológico após os 60 anos, ou em situações em que há comprometimento desse sistema devido a doenças crônicas, neoplasias, Aids e tratamentos imunossupressores, por exemplo, o vírus sofre reativação e se desloca para a pele, causando as lesões. Isso pode acontecer mais de uma vez ao longo da vida.

3) Herpes zoster é muito frequente?
Qualquer pessoa que teve catapora pode vir a desenvolver herpes zoster. O Centro de Controle e Prevenção de Doença dos Estados Unidos (CDC) estima que uma em cada três pessoas desenvolverá herpes zóster em algum momento da vida. Em maiores de 85 anos o risco estimado é de 50%. Quanto mais avançada a idade, maior é o risco de complicações como a dor crônica.

4) Como se prevenir contra o herpes zoster?
A vacina tem eficácia de cerca de 60% contra o surgimento da doença e, o mais importante, previne mais de 70% dos casos de neuropatia pós-herpética (dor intensa e crônica que pode durar até anos).

5) Quem pode ou deve tomar a vacina?
A vacina está licenciada para pessoas a partir de 50 anos e é altamente recomendada como rotina para os maiores de 60 anos, já que o risco de incidência e de complicações aumenta conforme a idade.

6) Quem não pode tomar a vacina?
Pessoas imunodeprimidas (por doença ou tratamento); que já apresentaram alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina; aquelas com quadro de tuberculose ativa não tratada e gestantes. A segurança da vacinação de pessoas que tiveram um quadro de herpes zoster ocular não está estabelecida.

7) Quem já teve herpes zoster deve ser vacinado?
Sim, pois a doença não gera imunidade natural e o risco de um novo episódio de herpes zoster permanece o mesmo: não aumenta nem diminui.

Dengue

A doença Dengue causada pelos quatro sorotipos do vírus: DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4.

A doença Dengue causada pelos quatro sorotipos do vírus: DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4.

–> Protege contra
A doença Dengue causada pelos quatro sorotipos do vírus: DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4.

–> Para quem
Crianças a partir de 4 anos de idade, adolescentes e adultos até 60 anos, tanto soronegativos como soropositivos para dengue.

–> Esquema de doses
Duas doses, com intervalo de três meses entre elas.

–> Eventos adversos
Reações adversas mais relatadas: dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e mialgia. Geralmente são de gravidade leve a moderada, de curta duração (até três dias), tipicamente observadas em até três dias após a vacinação e mais frequentes após a primeira dose. Em decorrência de viremia pelo vírus vacinal, pode ser observada febre de início tardio (até 30 dias após vacinação). Outras reações adversas possíveis: vermelhidão inchaço, hematoma e coceira no local da injeção, artralgia, fraqueza, febre, surgimento de gânglios (linfoadenopatia), náuseas e erupção cutânea. Eventos graves são extremamente raros.

–> Contraindicações
Alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina; Gestantes; Mulheres amamentando; Imunodeficiências primárias ou adquirida, incluindo terapias imunossupressoras; Pessoas que vivem com o vírus HIV, sintomáticas ou assintomática, quando acompanhado por evidência de função imunológica comprometida. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

–> Perguntas frequentes

1) Como é a vacina? Quem pode tomar?
A vacina dengue atualmente disponível contém os quatro sorotipos atenuados do vírus: DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4. Pode ser aplicada em pessoas entre 4 e 60 anos, sem necessidade de sorologia positiva para a doença.

2) Todos os tipos de vírus da dengue podem causar doença?
Sim. Qualquer um dos tipos causa a doença, mas, em geral, um deles predomina a cada ano. Segundo o Ministério da Saúde, tanto em 2015 como em 2016 cerca de 90% dos casos foram causados pelo tipo 1. Entretanto, é muito difícil prever qual tipo predominará.

3) Quem não pode tomar?
Por se tratar de vacina atenuada (viva), é contraindicada em imunodeprimidos, gestantes e mulheres que estão amamentando.

4) Essa vacina realmente protege da doença?
Nos ensaios clínicos, a vacina apresentou eficácia variável, de acordo com o sorotipo viral, idade do vacinado e status sorológico no início do esquema vacinal. Em indivíduos soropositivos antes da vacinação, a eficácia foi mais elevada. As eficácias gerais, considerando tanto pessoas soronegativas como soropositivas antes da vacinação, são as seguintes: Até 54 meses após a segunda dose: cerca de 63% de eficácia para doença sintomática de qualquer gravidade e 85% para internação.

5) Quais os riscos à saúde que a vacina pode trazer?
Os estudos demonstraram um padrão de segurança muito bom. Não foram identificados eventos adversos graves na faixa etária e na população-alvo para a qual a vacina está licenciada. A maioria das reações foram leves, de curta duração e reversíveis, independentemente da população estudada e da idade, semelhantes aos eventos possíveis após a aplicação rotineira de outras vacinas.

dTpa
Proteção contra tétano, difteria e coqueluche — essencial para gestantes.

Difteria, Tétano e Coqueluche.

–> Protege contra
Difteria, Tétano e Coqueluche.

–> Para quem
Crianças a partir de 3 anos, adolescentes, adultos e idosos.
Esquema de doses
Crianças a partir de 3 anos: Pode ser usada para a dose de reforço recomendada para os 4-5 anos de idade, em substituição a dTpa-VIP. Crianças, adolescentes e adultos com esquema completo: reforços a cada 10 anos. Adolescentes e adultos não vacinados, ou com histórico vacinal desconhecido: 3 doses com intervalo de 2 meses entre elas, sendo pelo menos uma delas com a dTpa e as demais com dT. As três doses podem ser feitas com dTpa. Adolescentes e adultos com esquema incompleto: uma ou duas doses, para completar esquema básicode três doses. Gestantes: uma dose em toda gestação, a partir da 20ª semana.

–> Eventos adversos
Febre, dor e vermelhidão local.

–> Contraindicações
Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche). OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

–> Perguntas frequentes

1) Quais as possíveis apresentações das vacinas combinadas?
Hexa acelular (DTPa + Hib + Pólio Injetável + Hepatite B): para bebês e crianças. Disponível nos CRIEs para situações especiais. Penta acelular (DTPa + Hib + Pólio Injetável): para bebês e crianças. Disponível nos CRIEs para situações especiais. Penta de células inteiras (DTPw + Hib + Hepatite B): disponível apenas na rede pública. Tríplice Bacterianas acelular (dTpa) do tipo adulto: para crianças a partir de 3 anos, adolescentes e adultos. Disponível na rede pública para gestantes e profissionais que lidam com bebês. dTpa-VIP, para crianças a partir de 3 anos, adolescentes e adultos. Tríplice Bacterianas de células inteiras (DTPw) pediátrica: disponível na rede pública

2) Qual a diferença entre as vacinas combinadas do posto e da clínica?
As vacinas da rede pública são produzidas a partir da célula inteira da bactéria causadora da coqueluche. Já as da clínica contêm apenas fragmentos dessa célula e por isso causam menos reações adversas e são chamadas de acelulares.

3) Qual a vantagem de usar as vacinas acelulares?
As vacinas acelulares são menos dolorosas e mais seguras, pois causam menos reações adversas. Além disso, possibilitam a vacinação contra a coqueluche daqueles que apresentaram reação adversa grave à vacina de células inteiras.

4) Quem já teve coqueluche precisa vacinar?
Sim, pois a doença, não confere proteção por longo prazo, isto é, o nível de anticorpos vai caindo com o tempo, deixando a pessoa suscetível à coqueluche e capaz de transmiti-la para outras pessoas.

5) A gestante pode se vacinar?
A vacina dTpa é, de fato, indicada em toda gestação, independente do tempo transcorrido desde a última dose. A vacina DEVE ser aplicada na gestação, a partir da 20ª semana de gestação. Naquelas gestantes que não receberam a vacina durante a gravidez devem ser vacinadas logo após o parto.

Vacina VSR (Abrysvo®)

Contra doença trato respiratório inferior (DTRI) associadas ao vírus sincicial respiratório (VSR) no bebê e no idoso.

–> Protege contra
Contra doença trato respiratório inferior (DTRI) associadas ao vírus sincicial respiratório (VSR) no bebê e no idoso.

–> Para quem
Idosos a partir de 60 anos e gestantes (para a proteção do recém-nascido) entre a 32 e 36 semana de gestação.

–> Esquema de doses
– Idosos: dose única, a qualquer momento, independentemente de sazonalidade; – Gestantes: dose únicaentre 32 e 36 semanas de gestação, a qualquer momento, independente da sazonalidade.

–> Eventos adversos
Os ESAVIs observados são locais, autolimitados e leves a moderados. Dados não clínicos não revelaram qualquer risco especial em relação a toxicidade reprodutiva e do desenvolvimento.

–> Contraindicações
Hipersensibilidade a qualquer componente da formulação ou após dose anterior.

–> Perguntas frequentes

1) A gestante precisa se vacinar a cada gestação?
Nesse momento não há recomendação para revacinação em gestações subsequentes. Essa orientação poderá ser modificada à medida em que mais dados se tornem disponíveis.

2) Pode ser realizada com outras vacinas na gestante?
Pode ser coadministrada com as outras vacinas de rotina da gestante, mas para melhor eficácia da vacinação contra coqueluche, é indicado intervalo de 15 dias da vacina dTpa.

3) Pode ser realizada com outras vacinas no idoso?
Por serem vacinas inativadas o uso concomitante com outras vacinas recomendadas para a idade é permitido. Mas estudos de segurança e imunogenicidade de aplicação simultânea estão em andamento.

Pneumo20
Infecções invasivas causadas por 20 subtipos da bactéria pneumococo que podem ser causa de pneumonia grave, meningite, sepsis, entre outras doenças

–> Protege contra
Infecções invasivas causadas por 20 subtipos da bactéria pneumococo que podem ser causa de pneumonia grave, meningite, sepsis, entre outras doenças. Por ser uma vacina conjugada apresenta melhor resposta imune e gera memória imunológica.

–> Para quem
Crianças menores de 6 anos (de rotina a partir de 2 meses); Idosos (de rotina a partir de 60 anos de idade); Pessoas de qualquer idade com comorbidades que aumentam a vulnerabilidade à infecção pneumocócica.

–> Esquema de doses
Crianças: três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade. Para crianças que iniciam a vacinação depois da idade de rotina, o esquema de doses pode ser diferente. Pessoas a partir de 60 anos de idade ou com comorbidades: dose única.

–> Eventos adversos
Dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação. Pode haver sintoma sistêmicos, como febre, perda de apetite, irritabilidade.

–> Contraindicações
Alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina. OBS: Toda vacinação deve ser adiada em caso de quadro febril agudo moderado a grave.

–> Perguntas frequentes

1) O que são doenças pneumocócicas?
São aquelas causadas pela bactéria Streptococus pneumoniae (pneumococo) e incluem: meningite, pneumonia, bacteremia e sepse (infecção na corrente sanguínea), sinusite e otite média (infecção do ouvido).

2) Todas são graves?
O pneumococo é uma causa muito importante de doenças graves em crianças em todo o mundo, principalmente a sepse, a meningite e a pneumonia. Além disso, é a causa mais frequente de sinusite e otite média aguda (OMA). Doenças pneumocócicas matam quase 1 milhão de crianças por ano no mundo, 90% delas nos países em desenvolvimento. Entre idosos, a pneumonia figura como a principal causa de internação, sendo o pneumococo o agente mais comum. No Brasil, a mortalidade por pneumonia quase sempre é devida ao pneumococo, isto é, o pneumococo é a principal causa de morte por pneumonia, principalmente em crianças pequenas e idosos.

3) Todas as pneumonias e otites são causadas pelo pneumococo?
Não, outros agentes podem causar, mas o pneumococo é o principal. No Brasil estima-se que 40% das internações por pneumonia (em todas as idades) são causadas por pneumococo.

4) Quem tem mais risco de contrair a doença?
A população de maior risco para doença pneumocócica grave está entre menores de 5 e a partir de 60 anos, bem como pessoas com doenças crônicas (como as cardíacas, pulmonares e renais, a anemia falciforme e doenças do sangue, diabetes, entre outras); com infecção pelo HIV; imunodepressão; doença renal; transplantados, entre outros.

5) Quais as vacinas existentes contra os pneumococos?
As vacinas conjugadas (10, 13, 15 e 20 valente) apresentam melhor resposta imune, especialmente para as crianças menores de dois anos de idade, estimulando a produção de anticorpos nesta faixa etária, bem como um forte efeito de memória na reexposição. Os tipos de antígenos contidos nestas vacinas são aqueles relacionados com as formas mais graves de doença pneumocócica. Não são recomendadas na rotina de vacinação de adolescentes e adultos saudáveis. A vacina VPP23 (polissacarídica) não é eficaz para crianças abaixo de 2 anos de idade e não pode ser aplicada nessa faixa etária. As vacinas polissacarídicas produzem menos anticorpos em comparação com as vacinas conjugadas e o nível desses anticorpos cai em pouco tempo (em média 3 anos). A cada reforço, os eventos adversos são mais intensos e a resposta imunológica é menor. Além disso, não induzem a memória imunológica (se o indivíduo entra em contato com a bactéria, o organismo não “lembra” do agente, não reagindo com a produção de anticorpos). Por esses motivos não é recomendada de rotina para crianças, adolescentes e adultos, a menos que tenham alguma comorbidade que aumenta o risco de doença pneumocócica. Por outro lado, para idosos (a partir de 60 anos) e pacientes com doença de base, a vacina VPP23 é recomendada em esquema sequencial, após uma dose da vacina pneumocócica 13 ou 15 valente. Como a persistência da imunidade não é muito boa e, dependendo da população vacinada e da faixa etária, existe indicação de apenas uma revacinação após cinco anos.

6) Como saber qual tipo de vacina devo usar?
Para crianças, a vacina escolhida deve ser sempre a pneumocócica conjugada. A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda, sempre que possível, o uso preferencial da VPC13, VPC15 ou VPC20, com o intuito de ampliar a proteção para os 3, 5 ou 10 sorotipos adicionais em relação à VPC10. Crianças maiores de 5 anos não vacinados anteriormente, adolescentes e adultos, se considerados de alto risco (como portadores de anemia falciforme, outras doenças do sangue, infecção pelo HIV, doenças crônicas cardíacas ou pulmonares, imunodepressão, doença renal, transplantadas) devem receber a vacina Pneumo20 ou as vacinas conjugada (VPC 13, 15 ou 20) em esquema sequencial com a polissacarídica. Maiores de 60 anos também devem receber, de rotina, a vacina Pneumo 20 ou esquema sequencial de VPC13 ou 15 com a Pneumo23-valente.

7) Como fazer em relação a crianças que tenham terminado esquemas de vacinação com as vacinas 10-valente mas que desejam proteção mais ampliada com a vacina 13, 15 ou 20 valente?
As crianças que receberam esquema completo com a vacina 10-valente podem receber a vacina 13, 15 ou 20 valente, desde que se respeite um intervalo mínimo de 2 meses após a última dose da vacina recebida previamente. Para a proteção adequada contra os sorotipos adicionais é indicado realizar o esquema completo para a faixa etária.

Infusões medicamentosas
Infusões com acompanhamento seguro e aplicação confortável
Ferinject

Ferinject® é um medicamento indicado para a reposição rápida e eficaz de ferro por via endovenosa, sendo uma alternativa segura para pacientes que não respondem ou não toleram o ferro por via oral.

Ferinject® é um medicamento indicado para a reposição rápida e eficaz de ferro por via endovenosa, sendo uma alternativa segura para pacientes que não respondem ou não toleram o ferro por via oral.

–> Princípio ativo
Carboximaltose férrica (equivalente a 500 mg de ferro III)

–> Fabricante
Takeda Pharma Ltda.

–> Para que serve
É indicado para o tratamento da deficiência de ferro em pacientes nos quais as formulações orais não são eficazes, não são toleradas ou não podem ser utilizadas. O diagnóstico deve ser confirmado por exames laboratoriais adequados.

–> Para quem
Adultos com deficiência de ferro associada ou não à anemia, especialmente em casos de má absorção intestinal, intolerância ao ferro oral, necessidade de reposição rápida ou doenças crônicas.

–> Modo de usar / Posologia
Administrado exclusivamente por via endovenosa, sob supervisão de profissional de saúde. A dose e o número de aplicações dependem da necessidade individual de ferro do paciente, conforme avaliação médica.

–> Eventos adversos
Podem ocorrer reações no local da aplicação, cefaleia, tontura, náusea, aumento transitório da pressão arterial, rubor facial e, raramente, reações de hipersensibilidade.

–> Contraindicações
Hipersensibilidade à carboximaltose férrica ou a qualquer componente da fórmula, sobrecarga de ferro, distúrbios da utilização do ferro e anemia não relacionada à deficiência de ferro.

Densis
Densis® é um medicamento utilizado no tratamento e na prevenção de doenças ósseas, atuando no fortalecimento da estrutura óssea e na redução do risco de fraturas.

Densis® é um medicamento utilizado no tratamento e na prevenção de doenças ósseas, atuando no fortalecimento da estrutura óssea e na redução do risco de fraturas.

–> Princípio ativo
Ácido zoledrônico

–> Fabricante
Momenta

–> Para que serve
É indicado para o tratamento e prevenção da osteoporose em mulheres na pós-menopausa, homens com osteoporose, prevenção de fraturas após fratura de quadril, osteoporose induzida por glicocorticoides e tratamento da doença de Paget do osso.

–> Para quem
Homens e mulheres com risco aumentado de perda óssea, fraturas ou doenças metabólicas ósseas, conforme avaliação médica.

–> Modo de usar / Posologia
Administrado por via intravenosa, geralmente em dose única anual ou conforme indicação clínica específica, sempre sob supervisão médica.

–> Eventos adversos
Podem incluir sintomas semelhantes aos da gripe (febre, dor muscular e articular), cefaleia, fadiga, náusea e alterações laboratoriais transitórias. Reações mais graves são raras quando utilizado corretamente.

–> Contraindicações
Hipersensibilidade ao ácido zoledrônico ou a outros bisfosfonatos, insuficiência renal grave, hipocalcemia não corrigida e gravidez.

Noripurum
Indicado para tratamentos específicos de anemia ferropriva.

Noripurum® EV é uma opção eficaz para o tratamento da anemia ferropriva, especialmente quando a administração oral de ferro não é adequada.

–> Princípio ativo
Sacarato de óxido férrico

–> Fabricante
Blanver

–> Para que serve
Indicado para o tratamento de anemias causadas por deficiência de ferro, especialmente em situações que exigem reposição rápida ou quando o ferro oral não pode ser utilizado.

–> Para quem
Pacientes com anemia ferropriva, intolerância ao ferro oral, distúrbios de absorção ou necessidade de reposição endovenosa, conforme avaliação médica.

–> Modo de usar / Posologia
Administrado por via endovenosa, sob acompanhamento profissional. A posologia é definida de acordo com o grau de deficiência de ferro e a resposta clínica do paciente.

–> Eventos adversos
Podem ocorrer reações no local da infusão, gosto metálico, náusea, hipotensão transitória e, raramente, reações alérgicas.

–> Contraindicações
Hipersensibilidade ao medicamento, sobrecarga de ferro, anemias não relacionadas à deficiência de ferro e infecções agudas não controladas.

Vitamina B12 – Cronobê®

A Vitamina B12 – Cronobê® é indicada para a reposição de vitamina B12 em diversas condições clínicas, contribuindo para a saúde neurológica, hematológica e metabólica.

A Vitamina B12 – Cronobê® é indicada para a reposição de vitamina B12 em diversas condições clínicas, contribuindo para a saúde neurológica, hematológica e metabólica.

–> Princípio ativo
Cobalamina cronoativa (complexo de vitamina B12)

–> Fabricante
Cronobê® – Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.

–> Para que serve
Indicada no tratamento da anemia perniciosa, deficiências de vitamina B12, doenças neurológicas, neurites, nevralgias, artropatias reumáticas, estados de má absorção intestinal, dietas restritivas e como suplemento em condições clínicas que demandam doses elevadas e efeito prolongado.

–> Para quem
Pacientes com deficiência comprovada de vitamina B12, distúrbios neurológicos associados, restrições alimentares ou condições clínicas que aumentem a necessidade dessa vitamina.

–> Modo de usar / Posologia
Administrada por via intramuscular ou conforme orientação médica. A dose e a frequência variam de acordo com a indicação clínica e a gravidade da deficiência.

–> Eventos adversos
Geralmente bem tolerada. Raramente podem ocorrer reações locais, prurido, vermelhidão ou reações de hipersensibilidade.

–> Contraindicações
Hipersensibilidade à cobalamina ou a qualquer componente da fórmula.

Importante: A aplicação é realizada mediante prescrição médica.
Como funciona o atendimento?

*Não atendemos crianças.

*Também atendemos por demanda espontânea.

Localização

📍 Vitória Apart Hospital – Serra/ES
Ambiente seguro, discreto e confortável.
Perguntas Frequentes

Sim, é necessária a prescrição médica.

Sim. Seguimos rigorosamente a orientação médica.

Documento de identificação com FOTO, CPF e cartão de vacina se possuir. É preciso ser maior de idade.

 Pix, cartão e débito.

 Sim! Sempre que houver disponibilidade.

Cuide de você com segurança, acolhimento e agilidade.
Agende sua vacina ou infusão agora mesmo.

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